domingo, 30 de outubro de 2011

VITÓRIA DO RIGOR À VARZIM E ESTÁ TUDO "DITO"...


VARZIM  -  3 
Mais uma vitória concludente e sem qualquer contestação, neste primeiro terço da competição.
CHAVES - 0




O "mais do que candidato" Chaves (no início da época...), apresentou-se na Póvoa na sua máxima força, trazendo atrás de si cerca de 70 adeptos.
A equipa flaviense entrou com o pé esquerdo no jogo. Ainda mal tinham olhado para a cara de todos os jogadores adversários e, já estavam a perder. Milhazes não atinou com a sua intenção e, sem querer, colaborou na preparação do primeiro golo do Varzim. Bola recuperada, de imediato metida no coração da área em Jaime Polson a rematar fora do alcance do desamparado Paulo Ribeiro.
A equipa do Chaves, acusou o toque e, viu-se em palpos de aranha para atinar com a adequada resposta na procura de restabelecer a igualdade. O Varzim não facilitou, respondendo os comandados de Dito, com golpes de contra-ofensiva a preceito, pondo os cabelos em pé a Castanheira e seus companheiros. E depois... Bem, depois, os flavienses estavam "só" a defrontar uma equipa que até "só" tinha sofrido um golo no campeonato!...

Miguel, durante a primeira parte, em dois momentos, respondeu à chamada, sacudindo à palmada a bola para fora da área. Foram estas as situações de mais trabalho a que, durante todo o jogo, o g. redes do Varzim foi submetido!... O guarda-redes do Varzim tinha à sua frente (e continua a ter) uma autêntica MURALHA DE AÇO, que não, um "autocarro". Bem longe disso... à frente destes, Ibraima, André e Nelsinho, "tocavam a bolinha de fininho", com passes a dar progressão ao colectivo varzinista. Na frente, Jaime Poulson era (e foi ) o abre-latas da defensiva, bem acolitado por Duarte na esquerda e Rui Coentrão na direita (e vice-versa). E, nesta opção de Dito ao fazer alinhar Rui Coentrão  (Moreira esteve ausente dos convocados por motivos óbvios) de início (poderia ter optado por Diogo Andrade), residiu o "estragar", por certo, dos planos do técnico do Chaves, Filipe Casanova (um poveiro). O pequeno na estatura, mas grande no talento, o esquerdino Rui Coetrão, fruto da cantera do Varzim, partiu a louça toda, ora na ala direita, ora na ala esquerda, "partindo" também o coco ao coitado do Milhazes, lateral esquerdo dos transmonstanos (por sinal e, por ironia do destino, também ele saído da formação poveira)!

No segundo tempo, o Desportivo de Chaves entrou num tudo-por-tudo à procura de marcar, não o conseguindo porque os alvi-negros não estavam para cócegas. E assim, com 11´decoridos, Nelsinho coloca o Varzim a ganhar por 3-0, resultado que viria a verificar-se no fnal.

O técnico do Varzim, mexeu (e bem, mais uma vez) no xadrês. Fez sair Ibraima (que já tinha um amarelo), metendo no seu lugar Nelson Agra, o "russo" de Terroso (também poveiro e da cantera poveira) que é um jovem talentoso nas missões nas linhas mais recuadas. Uns minutos mais à frente, Duarte deu o lugar a Pedro Henrique (a 30´do fim) e, já na última quinzena de minutos, foi a vez de Rui Coentrão (saiu debaixo de uma grande ovação) dar o lugar a Diogo Andrade que, praticamente fez dois sprints inconsequentes... Está a custar a reencontrar-se o extremo varzinista!

E assim, o Varzim foi caminhando para o final de mais um jogo vitorioso (5ª. vitória consecutiva), continuando invicto na prova, ficando na 2ª. posição, à mesma distância (2 pontos) que já tinha do líder, o surpreendente Ribeira Brava.
Mais uma demonstração de bom jogo colectivo, primando pela qualidade de execução, com grande regularidade durante toda a partida.
O Desportivo de Chaves, que segundo dizem terá investido forte com vista à subida à 1ª. Liga, nota-se que tem "matéria-prima", mas, falta-lhe melhores rotinas de jogo e que, se continuar assim, dificilmente conseguirá entrar no "comboio dos duros" que terá de ser apanhado lá para o início na segunda volta...
Esta formação poveira está a consolidar um colectivo de excelência, onde começa a despontar mais um nome da cantera varzinista, o pequeno-grande Rui Coentrão. Deixou os rins cruzados a Milhazes que a esta hora ainda deve estar a tentar "destorcer" a coluna vertebral!...

Ala-Arriba Varzim!
Óscar Gomes



sábado, 29 de outubro de 2011

NA PÓVOA O VARZIM PROCURA CONTINUAR COM AS CHAVES DO SUCESSO

7ª. j o r n a d a




 V  A  R  Z  I  M




DESP. CHAVES




O Varzim a dois pontos do primeiro lugar, recebe mais um "ilustre" deste campeonato "dos pobres". Agora, é a vez do candidato Desportivo de Chaves se chegar à frente e, em casa do candidato natural dos candidatos à subida - por muito que se queira fingir(?!).

Os transmontanos, foram desde a pré-época, os que mais cedo se assumiram e os que mais cedo, também, foram apontados como sendo os mais favoritos, na boca de muito pseudoentendido. Inclusivamente, contrataram um dos mais conceituados treinadores em subidas, tendo levado o Rio-Ave da 2ª.-B à 1ª. Divisão Nacional (na altura com outra designação). É verdade que o dito treinador já não lá está... mas esteve.

Os poveiros ainda não conheceram a derrota, levando já 4 vitórias consecutivas e, já defrontou (também) em casa, outro dos favoritos, o Tirsense com quem empatou a zero.

Estamos crentes que a "estrelinha" da vitória vai continuar ao lado dos alvi-negros.

ALA-ARRIBA VARZIM!

domingo, 23 de outubro de 2011

ALMA & RAÇA


                 FAMALICÃO 0 x VARZIM 1

Onze inicial sem grandes surpresas, face aos jogadores disponíveis.
Miguel na baliza.
Tiago Lopes na direita.Os centrais João Faria e Kaiser. Na esquerda o "jovem" Telmo.
No miolo, um triângulo com dois vértices recuados, Ibraima e Nelson Agra e mais adiantado André.
A frente de ataque foi constituída por Moreira, Jaime Poulson e Duarte.

Um inicio forte do Famalicão, com Miguel a dizer presente em duas situações.
Sob a batuta de André, o Varzim sacudiu a pressão a partir dos 10 minutos. O capitão com um estilo diferente de Nelsinho, tentou dar profundidade ao jogo varzinista através de passes a rasgar a defensiva famalicense.

A partir daí, o equilíbrio foi nota dominante.
Muita disputa de bola a meio campo.
Muito futebol directo.
A luta e o empenho foram uma constante.

Até ao momento determinante do jogo em termos de resultado.
Livre do lado direito, marcado pelo pé esquerdo de Duarte com desvio ao primeiro poste de João Faria para o fundo das redes.

Para a segunda parte, o Varzim trouxe uma novidade. Saiu o apagado e lesionado Moreira e entrou o "eléctrico" Rui Coentrão.

O Varzim manteve o empenho, atitude e abnegação da 1ª parte.
Por sua vez o Famalicão, tentou empurrar (e conseguiu a maior parte do tempo) a equipa do Varzim para junto da sua baliza.
Os centrais foram chegando e sobrando para as bolas pelo ar. Os laterais fechavam bem, com Telmo em grande destaque.  Os dois médios defensivos, Ibraima e Nelson Agra foram uma enorme muleta para o sector defensivo.

Curiosamente, o Varzim abanou mais, quando saiu Duarte e entrou o Jorge Humberto para o meio campo. Não pelo que o central fez (esteve bem), mas pelo que veio desorganizar (momentaneamente) o que estava organizado.
Nessa altura, Jorge Humberto jogava à frente dos centrais, com Nelson Agra e Ibraima a subirem no terreno e a juntarem-se ao André. Formando uma linha de três à frente do médio defensivo, (o recém entrado Jorge Humberto), dava para perceber que os próprios jogadores varzinistras ficaram confusos...

O treinador do Famalicão percebeu e mexeu bem na sua equipa. Tirou o lateral esquerdo e meteu um avançado. Melhorou e aumentou a pressão a equipa comandada pelo técnico José Augusto.
Miguel foi grande e evitou o golo de Cafu com uma saida temerária aos pés deste.

Dito, "leu" bem a partir do banco e rectificou a sua mexida anterior. Tirou Nelson Agra e meteu o lateral Emanuel. Com isso, preencheu o lado direito, que, com a saída de Duarte, estava desertificado. Baixou o Rui Coentrão para o lado esquerdo do meio campo. Baixou o Ibraima para próximo de Jorge Humberto e André ficou à frente destes.
Valeu ao Varzim que os homens de Famalicão não aproveitaram esse episódio de desorganização (ainda marcou mas em falta sobre Tiago Lopes).

Melhorou o Varzim, voltando a ter um melhor controle de jogo.

No final do jogo, destaque para a ALMA e RAÇA desta equipa.
Realçar um ou outro jogador seria injusto para uma grande vitória do colectivo.
O Varzim demonstrou que tem uma equipa que sabe jogar à bola mas também sabe sofrer (importantíssimo), quando a isso é obrigado.

Por último, mas não menos importante, o meu aplauso para os varzinistas presentes no estádio do Famalicão. A vitória começou ali...pelo exemplo que transmitiram para dentro do campo. Com todo aquele temporal, não arredaram pé.
Por aquela camisola, têm de se saber sofrer!!!

sábado, 22 de outubro de 2011

VARZIM EM FAMALICÃO ESPREITANDO A LIDERANÇA...

 6 ª.  J O R N A D A

O Varzim, segundo classificado, desloca-se amanhã ao terreno do Famalicão, reduto onde os poveiros "já foram muito felizes". Terra que em tempos acolheu durante anos, alguns poveiros bem conhecidos, como Domingos Lopes de Castro (já falecido e, irmão do actual presidente do Varzim) que foi Presidente da Assembleia Geral do Famalicão, tendo granjeado uma enorme simpatia e respeito dos famalicenses. Leonardo (hoje comentador na rádio Onda Viva), foi do Varzim para o plantel do Famalicão em finais da década de 60, onde foi, durante várias épocas, um dos titulares indiscutíveis e um dos melhores marcadores de sempre da equipa local. Seguiu-se Zé Maria (o zé da música, levado pela mão do referido Leonardo), tendo depois vindo a notabilizar-se no Varzim, clube do seu coração. Também por lá deixaria bom nome, um dos melhores médios defensivos da história do Varzim, onde fez toda a sua formação e ascenção a sénior, de seu nome Lito. Portanto, muitas e boas referências têm as gentes de Famalicão, ainda hoje, ilustres veraneantes "na praia da Póvoa", como gostavam de referir. Do lado das gentes poveiras, principalmente varzinistas, também ainda há quem recorde as idas a Famalicão para ver o Varzim e, da paragem obrigatória na "casa Vicente" em Gondifelos. Grandes "conferências", à vinda do campo dos Bargos!... O entusiasmo (pelo pitéu) era tanto, que, no meio de todo um desancar no trio de arbitragem (que estava sempre contra o Varzim...), que até ninguém se importava com o facto de, sempre que o Sr. Vicente abria a porta da cozinha para ir buscar os "ingredientes", se via um gato a passar junto aos bocadinhos de bacalhau frito... Ia tudo de enfiada! Qual crise, qual troyka-tintas...

Mas vamos à "atualidade".

Os famalicences, depois de terem sido anfitriões do Sporting na última eliminatória da Taça de Portugal, com o qual saíram derrotados, preparam-se, desta feita, para receber os poveiros que, têm a melhor defesa e um dos melhores ataques deste campeonato.

Como diz o povo, "taça é taça", onde os participantes sabem que tudo se decide num jogo e, onde a surpresa é "mais que muita". Campeonato é outra coisa bem diferente, particularmente esta 2ª. Divisão Nacional, onde o espírito de luta e a lucidez são de primordial importância. O Varzim em 5 jogos já viu 4 dos seus jogadores serem castigados com vermelhos - directos e indirectos... Pensamos que neste capítulo, os juízes não tiveram mão tão pesada para com outros clubes que já intervieram nestas 5 jornadas disputadas. "Porque será??!" Já perguntava um ilustre da bola de sua graça Jardel. Mas estamos crentes que neste jogo o adversário será unicamente o natural opositor que o sorteio ditou.

O Varzim pode, à 6ª. ronda, atingir o primeiro lugar, embora dependa de terceiros ainda (do líder Ribeira Brava). O Famalicão que ocupa a 6ª. posição, possui uma formação com individualidades com valor acima da média no que concerne a esta competição, além de actuar com as suas linhas bem sincronizadas, privilegiado o contra-ataque quando sente que o adversário "quer" pegar no jogo. E sabe-se como os comandados de Dito o gostam de fazer. Bola no pé e boa circulação, embora nem sempre o faça com a rapidez que do lado de fora, se exige...

O Varzim apresenta-se desfalcado de uma das suas pedras basilares (Nelsinho), podendo no entanto voltar a contar com Ibraima que é sem dúvida uma das grandes contratações da época. É um autêntico tónico de serenidade e confiança para o esforço colectivo alvi-negro. Penalizador também para o técnico Dito o facto de ele não poder contar com o goleador Pedro Henrique, por motivos conhecidos. Mas enfim...
 
Ninguém espere um Famalicão como o que foi visto na TV contra o Sporting!... Por outro lado, estamos certos que ninguém também vai estar à espera de ver um Varzim jogar à Sporting, porque, para além de outros factores, os alvi-negros têm identidade própria...
Espera-se uma boa presença de adeptos do Varzim (afinal, hoje vai-se lá num saltinho...). Espera-se também que seja dada uma demonstração do nosso civismo sem contudo pouparmos esforços no apoio ruidoso à equipa que nos representa. O Varzim já está suficientemente massacrado com multas que vão engordar os cofres da FPF, numa altura em que se contam os cêntimos na tesouraria dos clubes da igualha do nosso clube. Ser aguerrido no apoio, não tem que ser feito de forma lesiva dos interesses do Varzim. Os clubes não têm que padecer por culpa das frustrações de alguns (ou algum)... Caso contrário, pode ser pior a emenda que o soneto.


ALA-ARRIBA VARZIM!
Óscar Gomes

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Paradoxos...



É paradoxal, que 4 dos jogadores do Varzim tenham sido avermelhados (em 5 jogos), quando a nossa equipa, nesta divisão não profissional, é a que mais se preocupa em "tratar a bola com carinho".

Como dissemos aqui logo após a 1ª jornada (aqui não se fala consoante o vento), esta equipa orientada por Dito tem como imagem de marca, a qualidade na construção do jogo ofensivo.

Por isso mesmo, é que é surpreendente tanto amarelo e vermelho para os nossos jogadores. Se o vermelho ao Diogo Andrade é discutível (foi expulso por palavras injuriosas ao arbitro auxiliar, que não sabemos quais foram) a dos restante três (Pedro Henrique, Pato e Nelsinho) são completamente despropositadas.

Impunha-se, uma reacção enérgica por parte dos dirigentes...como medida preventiva...(não podemos passar uma esponja sobre o sucedido, só porque vencemos o jogo)

 

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

AMARELOS (17) E VERMELHOS (3) A TORTO E A DIREITO...

VARZIM UM EXEMPLO DE UNIÃO DE GRUPO
5ª. J O R N A D A

   VARZIM  3   /   MACEDO DE CAVALEIROS  1

... o "Ruizinho", IA ESTRAGANDO O LABOR DE  HONESTOS  PROFISSIONAIS!

A FIGURA DO JOGO (PELA NEGATIVA) FOI O  MEDÍOCRE "SÔR" ÁRBITRO, MERECEDOR DE LEVAR COM UM CARTAZ VERMELHO!!!





PELA POSITIVA, SALIÊNCIA PARA O ESPÍRITO DE ENTREAJUDA DOS ALVI-NEGROS QUANDO REDUZIDOS A NOVE...


O Varzim sofreu hoje o 1º. golo neste campeonato, mas, por outro lado somou a terceira vitória consecutiva depois de nas duas primeiras jornadas não ter ido além de dois nulos.

A vitória de hoje, longe de ter sido fácil, colocou o clube poveiro numa posição na tabela, mais perto do 1º. lugar. Se estava à vista, agora, mais à vista ficou! Mas vamos à crónica do jogo.

Antes de mais, devemos referir que a turma poveira  apresentou-se desfalcada de um jogador que vinha sendo pendular na manobra do conjunto "estruturado" pelo técnico do Varzim,  Dito. Referimo-nos a Ibraima que, por ter sido dispensado para representar o seu país, não estava nas melhores condições de aptidão física e, a Pedro Henrique, expulso na jornada anterior (a da sua estreia). A ausência mais notada foi contudo a de Ibraima, tendo surgido Pato (desempenhou bem o seu papel, mas notou-se a falta de jogos "a sério" junto dos seus colegas). É um jogador com quem o seu treinador pode contar (é um polivalente), mas, neste momento, sem dúvida que Ibraima, em boas condições, ganhou com todo o mérito, o seu espaço no onze titular... No entanto o campeonato é extenso e duríssimo, em todos os aspectos, desde lesões, castigos, desgaste físico, etc, etc.
Os transmontanos, inauguraram o marcador por Corunha, quando entravamos no 2º. quarto de hora da partida. Um pontapé traiçoeiro, de fora da grande-área, com a bola a bater no chão do lado direito do guardião Miguel, com este, pareceu-nos a não ter visto a bola "partir" (há outras opiniões...). Um golo a frio, muito embora, pouco antes, um macedense já tivesse experimentado o tiro, através do buliçoso Zé Tiago (bons pormenores). Assim e, de repente os poveiros viram-se em desvantagem, tendo que repensar o "estado de espírito" do seu jogo colectivo, porque, estratégicamente e tácticamente, manter-se-ia fiel à sua imagem de marca (Dito) até ao finaldo jogo. E que final!...
Entre os 25 e os 35 minutos, o Varzim daria a cambalhota no marcador ao usufruir e, não desperdiçar, de duas grandes penalidades assinaladas pelo "estranhíssimo, às vezes," (critério disciplinar) árbitro Rui Fernandes...  O capitão André-André foi o concretizador das duas oportunidades do Varzim, executando na "perfeição" os dois pontapés da marca de g. penalidade.
Os transmontanos começaram a ver a vida andar para trás... Como se não bastasse a desvantagem, viu o árbitro do jogo  amarelar os jogadores do Macedo de Cavaleiros (seis amarelos), num ritmo endiabrado! O Varzim ainda ia nos 2, mas não tardaria a ver chegar a sua vez de ser vítmia da "esquisofrenia amarelenta" do homem do apito! Entretanto, aos 5 minutos do segundo tempo, Moreira daria uma machadada no moral dos irrequietos macedenses, de bola corrida, no interior da área cujo alerta vermelho, para quem defende, não chegou para que o golo não tivesse acontecido, elevando para 3-1. Jaime foi rápido na desmarcação e forte no pontapé certeiro.

O Varzim já reduzido a 10 unidades por expulsão de Pato (acumulação de amarelos), via-se assim com uma margem mais confortável no marcador, mas, sabendo que não poderia relaxar a guarda. Por outro lado, o árbitro que, já parecia ter perdido o controlo à mão que ia ao bolso sacar de cartões, lá ia semeando as duas equipas com cartões amarelos, fazendo com que, os vermelhos, por duplo amarelo, forçosamente começassem a aparecer de novo! Faltava só advinhar quem seria a próxima vítima (até dava para se fazer apostas...)!

E assim, quando ainda faltavam cerca de 20´para os 90´, Nelsinho, médio organizador de jogo da equipa poveira, especialmente pela "meia-esquerda", vê o 2º. amarelo.

Dito, mesmo confiando em pleno nos seus pupilos, deve ter visto as coisas mal paradas, porque de repente, ficava com menos duas unidades e, estava a "sentir" o pulso ao colectivo adversário e a senti-lo crescer, não dando sinais de rendição (antes pelo contrário...) apesar do marcador lhe ser desfavorável e, quando ainda havia tanto tempo pela frente (se calhar, pouco para os transmontanos...). O técnico do Varzim reforçou as defesas (que não é a mesma coisa que a defesa...) do seu desfalcado xadrês, fazendo entrar Nelson Agra,  Rui Coetrão e Jorge Humberto (todos responderam à altura das ciscunstâncias!...). Uma leitura rápida e eficaz a do técnico Dito (também tinha gente à altura no banco), tão eficaz que deixou o treinador do Macedo de Cavaleiros à beira de um ataque de nervos quando no fim falou para a comunicação social, "atirando pedras aos seus pupilos", segundo ele, por se sentir indignado com o desempenho da sua equipa (Vilarinho... tb. não é preciso gibatar assim os seus homens!...).
Pelo meio, uma cadeira arremessada para o relvado (que não vale os mais de mil euros de multa que os depauperados cofres terão que suportar como gasto, perfeitamente evitável...).

Pensamos que o árbitro, não merecia levar com a cadeira (por respeito aos bens de equipamento do Varzim...), mas que, deveria ser severamente castigado com o equivalente a 17 amarelos e 3 vermelhos, pesando cada cartão 1 Kg.... lá isso, deveria! Foi um autêntico massacrar da paciência aos presentes! É caso para dizer, " assim, não há... pachora que aguente!!!"
Porque não gostamos de fazer análises individuais quando estamos perante um jogo colectivo, nota
20 para o esforço enorme que foi pedido aos atletas do Varzim quando se viram reduzidos a 9 (nove), com muito tempo para  jogar e diante de um adversário que tentou o tudo por tudo até ao fim!

EXCELENTE A ATITUDE E O SABER SOFRER POR PARTE DOS ALVI-NEGROS!!! FOI À VARZIM!

domingo, 9 de outubro de 2011

1º. LUGAR À VISTA DO VARZIM, MAS...

5ª.  J O R N A D A  
VARZIM   vs.   MACEDO DE CAVALEIROS

O Macedo de Cavaleiros, vem lá dos confins de Trás-Os-Montes, com os galões de possuir o melhor ataque, até ao litoral, mais concretamente, até à garbosa Póvoa de Varzim, defrontar um Varzim "à Dito" que, ainda não sofreu golos e, está com um percurso de dois empates consecutivos e duas vitórias também consecutivas, sendo a última, obtida na passada jornada no sempre difícil terreno do Vizela.

Vamos incentivar, sem atitudes selváticas, mas com o grito de Varzim-Varzim... até a voz "doer"!!!

O 1º. lugar está à vista dos alvi-negros, mas atenção, que ninguém pense que nesta divisão só porque é das mais humildes do futebol federado, as vitórias se conseguem por quem esteja habituado a sentar-se à mesa e esperar que lhe ponham a papa no prato, à rico... Nada disso! É preciso lutar até à exaustão!

A dicotomia massa associativa / equipa do Varzim tem que se manter bem unida, jornada-a-jornada e, a puxar sempre para o lado melhor... a bem do Varzim!

ALA-ARRIBA VARZIM!
Óscar Gomes

domingo, 2 de outubro de 2011

DEBAIXO DE UM CALOR ABRASADOR VARZIM VENCE MESMO SEM PUXAR DOS GALÕES

Adicionar legenda



4ª. J O R N A D A

VIZELA  -  O

V A R Z I M  -  1



Em domingo de Verão, com uma temperatura de causar secura na boca de um qualquer réptil dos muitos que deveriam "assitir" ao jogo do meio do pinheiral situado lá bem no alto daquele monte que ladeia o campo vizelense, os alvi-negros venceram um Vizela que passou a maior parte do tempo de jogo a planear "estratégias", num ritmo de irritante e contagiante sonolência...


Os guarda-redes praticamente limitavam-se a ver jogar!...
Os vizelenses, defensivamente, estiveram "duros de roer", exigindo ao adversário rapidez na execução se, queriam chegar ao golo. Os comandados de Dito, não estavam a responder adequadamente ao desafio lançado pelos pupilos do antigo atleta dos poveiros Quim Berto. Embarcaram na lentidão propositada dos visitados que, davam a entender, quererem apostar na dormideira alvi-negra que os poveiros pudessem apresentar na etapa complementar.

 
A entrada do estreante e última contratação do Varzim, Pedro Henrique, que foi colocar-se à frente de Poulson, perturbou (e de que maneira) toda a estrutura defensiva vizelense. O recém entrado ponta de lança alvi-negro, "mostrou-se" aos presentes, protagonizando um lance à autêntico "rato da área". Solicitado por André, recebeu a bola a queimar a linha de grande área, de costas para quem o marcava, rodou sobre o seu pé esquerdo, meteu a bola na área e, quando se preparava para rematar, foi rasteirado pelo defensor da casa. De imediato o árbitro Daniel Cardoso assinala a penalidade máxima. O capitão André, chamado a executar, foi letal, dando com o golo a segunda vitória consecutiva à sua equipa. Nos cerca de 25 minutos que faltavam para jogar, o Vizela "acordou", ensaiou alguns lances de perigo, estando mesmo à beira de marcar quando Ibraima Baldé, perto da linha de grande área, rematou numa bola que saiu prensada, com força e cheia de efeito a que Miguel correspondeu com uma excelente defesa. Aqui já o Varzim jogava com menos um jogador por expulsão de Pedro Henrique, com um cartão vermelho directo, para espanto de quase todos os presentes! De quase todos, dizemos bem!...

 
Os jogadores que estiveram em campo defendendo as cores do Varzim, até ao apito final, agarraram-se que nem lapas ao resultado vitorioso. Contra tudo e contra todos! Principalmente contra quem não joga com bola... Foram merecedores das muitas palmas que ouviram no final da partida.


Saliência especial para o denodo de Poulson e, para o lateral-esquerdo Rui Coentrão, chamado a substituir Telmo devido a castigo. O "puto" secou quem lhe apareceu pela frente!


Quanto ao desconhecido (até hoje) Pedro Henrique, o "senhor árbitro" de Aveiro, não deixou que víssemos mais... mas no que vimos, deu para perceber que tem pinta... Pena o castigo de pelo menos 2 jogos de suspensão (patético, numa competição onde reina a patetice, como a que vimos em Vizela em pleno século XXI)!?

Os jogadores e demais gente que zela pelos interesses do clube poveiro, vão ter pela frente muitos mais "senhores árbitros" assim!...
O Varzim apesar de hoje ter apresentado um tipo de futebol algo descaracterizado, mereceu os 3 pontos.
 Como última nota: - Excelente o apoio dado por cerca de uma centena de adeptos do Varzim que, apesar de terem sido autenticamente encurralados pela entidade responsável pela organização deste jogo (dirigentes do Vizela), num dos cantos da bancada central, (quando havia no campo toda uma superior às moscas!!?) nunca desistiram de puxar pela turma poveira, principalmente no sufoco do tempo derradeiro de jogo! Assim… dá gosto!

 
Ala-Arriba Varzim. Agora há que pensar no "senhor que se segue" (Macedo de Cavaleiros).

CAUTELAS E CALDOS DE GALINHA...


4ª  JORNADA


Após a obtenção da 1ª. vitória neste campeonato, conseguida na última jornada frente ao candidato Tirsense, a formação orientada por Dito (que ainda não sofreu qualquer golo ao cabo de 3 jornadas), joga hoje em Vizela diante dos azuis e brancos locais.
Os jogos no terreno do Vizela (um histórico da 2ª. Divisão - Zona Norte), são sempre renhidamente disputados e, onde o Varzim já triunfou, já empatou e já perdeu, mais do que uma vez. Mas, como diz o poeta, "a História não se repete". Este Varzim, 2011/2012, está a mostrar serviço, mesmo levando em linha de conta que já perdeu 4 pontos (2 em casa e 2 fora) em 9 possíveis. É que apesar de tal facto, os seus adeptos têm visto que o desempenho está a ser convincente. Há ali substância... Mas, há que ter calma e, não entrar em fanfarronices ingénuas e bacocas. Até porque... "cautelas e caldos de galinha, nunca fizeram mal a ninguém". Mas que temos equipa para lá ganhar... lá isso, podemos ter a certeza. Grão a grão...

ALA-ARRIBA VARZIM
(Óscar Gomes)