1ª. JORNADA
VARZIM NÃO ESTEVE BEM, NEM MAL... O NULO AJUSTA-SE E PENALIZA ESBANJADORES.
O Varzim até entrou com bastante fulgor na partida. Cedo intranquilizou o adversário ao “esticar” o seu futebol pelas alas, dando-lhe largura e profundidade, principalmente pelo lado direito, através do baixote mas possante Diogo Andrade, dando água pela barba ao seu marcador directo, o lateral esquerdo João Carneiro, que há passagem da primeira meia hora já se queixava das canelas e dos rins. No lado oposto, Duarte Duarte, ia limpando o sebo a Mike, conseguindo-lhe ganhar espaço, variando nas opções, ora ganhando a linha pelo "lado de fora", ora flectindo "para dentro", fazendo de seguida cruzamentos ou passes atrasados colocando a bola na "boca da área."
Notava-se que o Varzim tinha trabalho de casa bem preparado. No entanto à medida que o Fafe se ia recompondo do impacto causado pela forma como os alvi-negros abordaram o jogo, também ressaltou à vista, a falta de um trinco "puro", funcionando como o 1º. tampão da cortina defensiva (ao estilo do ex-Varzim Tito), que fizesse tandem com um médio de ligação nas transições ofensivas e, não descurando o papel de "bombeiro", ao estilo do que fazia André Carvalho na época transacta (talvez Ibraima ou Pato venham a ser alternativa).
O trabalho do designado "nº. 10", também não marcou presença nesta equipa poveira. Um jogador que faça o trabalho de levar a carta (a bola) a Garcia (aos colegas missão mais ofensiva). É evidente que ninguém espera que o Varzim contrate um João Moutinho... Um outro Tiago Terroso já satisfazia.
O trabalho do designado "nº. 10", também não marcou presença nesta equipa poveira. Um jogador que faça o trabalho de levar a carta (a bola) a Garcia (aos colegas missão mais ofensiva). É evidente que ninguém espera que o Varzim contrate um João Moutinho... Um outro Tiago Terroso já satisfazia.
André André, jogou com grande serenidade e eficácia naquela sua tarefa de sacrifício e de “tecedeira” naquele trio. Aliás o agora capitão, tem lugar marcado em qualquer onze inicial e, em zonas mais perto do último terço do terreno.
A dupla de centrais (à excepção de uma bola, imprudentemente perdida por Jorge Humberto (se calhar traído pela areal de algumas dunas “inculcados” no relvado cheio de ratoeiras pela irregularidade do mesmo), que é uma das novidades deste Varzim versão 2011/2012, esteve satisfatória.
Outra lacuna que ressaltou, é a de um ponta-de-lança com mais impetuosidade, quer no jogo aéreo, quer no jogo de costas para os seus marcadores directos. Jaime Poulson, precisa de rever e trabalhar com afinco a sincronização mais adequada para levar vantagem nas suas acções em sítios tão nevrálgicos do terreno.
Miguel, experiente guardião, quando foi preciso, puxou dos galões, enquadrando-se bem com os colegas à sua frente.
Quanto ao Fafe, também teve o seu momento e quase surpreendia e partia a louça… quando menos se esperava! Soube sofrer, esperar e reagir na altura certa, agarrando a sorte em certos momentos, tendo em Ferrinho, Bijou e em Bobó, os seus alicerces principais para a conquista deste ponto, onde poucas equipas, virão a poder gabar-se de o conquistar (prevemos…).
E depois... foi só a 1ª. jornada!...
E depois... foi só a 1ª. jornada!...
A arbitragem chefiada pelo vila-realense Rui Fernandes, foi simplesmente de cinco (5) estrelas! De fazer inveja a muito “catita do apito”, de primeira categoria…
Nota - (Aprimorado trabalho no apoio à Com. Social por parte do clube poveiro).
Óscar Gomes
Óscar Gomes
































Refiro-me a Miguel, um Homem, um Varzinista e uma referência que regressa!
No pólo oposto, a começar, no 1º ano de sénior, Rui Silva vindo dos juniores do Vitória de Guimarães (segundo dizem por empréstimo), é um jogador que nas camadas jovens chamava a atenção pelas suas qualidades acima da média. Pode jogar nas duas alas ou a nº 10. Perdeu "fulgor" na passagem aos juniores B e aí, também se encontra a justificação para a dispensa por parte do Benfica. 





