
G I L VICENTE - 2

V A R Z I M - 2
MAIS UMA BATALHA GANHA PELOS PUTOS DO ALFOBRE VARZINISTA!!!
O Varzim acaba de passar mais uma prova de fogo e diante de um dos candidatos.
O jogo começou a bom ritmo, com os poveiros a quererem empunhar a batuta. Aos poucos as equipas encaixaram-se uma na outra, dificultando as transições devido ao grande povoamento no meio campo, de um de de outro lado. Foi então que o técnico gilista, aproveitando o bom poder de maior criatividade de Luís Carlos, de parceria com João Vilela e Hugo Vieira, começaram a complicar mais as coisas para os lados dos poveiros, com dificuldades na marcação, principalmente no meio-campo. E foi por essa altura que surgiram os dois golos do Gil que o levariam em vantagem para o intervalo.
A igualdade espelhava a justeza do resultado.
Na segunda parte, o técnico de Varzim tinha no banco atletas de grande utilidade pela sua valia, entre eles alguns eminentemente atacantes, numa altura e que era preciso e urgente recuperar da desvantagem. E honra seja feita, o treinador do Varzim, deu um bate-barbas ao técnico gilista, ao aproveitar um arrear, desta feita para o lado dos gilistas, em que o mais inconformado era o "batelão" Richard e, para quem o Esteves mandou um polícia manietar-lhe os movimentos. Foi ele Tito Silva, que é assim como que o portão aviões da esquadra alvi-negra e, quando se trata de impor o físico... ele está lá.
A turma poveira voltou a arregaçar as mangas, abanou o adversário com quantas forças tinha, e chegou ao golo (já depois de ter mandado uma bola barra e, de uma grande penalidade por assinalar), por Rafael (Rafa para os amigos), num golo pleno de sentido de oportunidade.
Por outro lado, Ricardo Esteves, nas poucas vezes a que foi chamado a intervir, fê-lo com grande nível!
Os gilistas acusaram o toque e perceberam que o jogo estava longe de estar ganho. As saídas de Luís Carlos e de Carlitos, baixaram o potencial dos gilistas. O Varzim aproveitou e bem! Encheu-se de brios e, perante um grande coro de apoiantes, ressuscitaram do degaste e, acabaram o jogo por cima, sem que antes Bruno Moreira, com o seu instinto de matador, fechasse a contagem, colocando o Varzim num 2-2 mais que merecido.
Saliência para a "revolução" no ataque poveiro com a entrada de Salvador (é muito mais rápido que Gonçalo Graça e mais repentista)! O "puto" parte os rins a quem lhe aparece pela frente!!! Que o diga o Galo!...
Mais uma grande jogatana, numa prova nada fácil. E já são 3 os apontados como candidatos que soçobraram perante este humilde esquadrão de trabalhadores alvi-negros!...
Agora, o cavalheiro que se segue chamava-se Ribeirão que, com certeza virão à cidade (que bem conhecem das vindas a banho tomar cachundeios nas água salgadas da Póvoa, em que alguns banhistas engoliram pirolitos de água salgada, até dizer basta!...).
O Varzim, vai com certeza ser hospitaleiro, mas vai procurar aviar os briosos atletas semi-amadores do Ribeirão.
O árbitro da partida, deixou cair uma grande nódoa ao não assinalar uma grande penalidade sobre Bruno Moreira, numa autêntica oferta de Natal do juis setubalense Bruno Esteves ao velhinho Gil.
Uma palavra de grande apreço para os adeptos que se deslocaram a Barcelos em grande número (cerca de 2 centenas e meia). Os jogadores do Varzim sentiram os seus gritos de guerra "Varzim, Varzim, Varzim", que ecoavam no estádio com grande estrondo. Bonito!!!
Senhores dirigentes. Vocês têm nos braços um grupo de "bebés" que se não o "alimentarem" como deve ser, eles definham!...
Grandes exibições de Ricardo, Campinho, Neto e Tiago Terroso.
Força Varzim!!! Todos a ajudá-lo! Comecem por pagar as quotas anuais!
Todos juntos somos mais fortes!!!
Óscar Gomes


























